Relatos de Espera

Você ou alguém que você conhece passou por dificuldades para obter diagnóstico ágil de câncer na rede pública de saúde? Envie seu relato sobre demora no diagnóstico superior a 30 dias, preenchendo o formulário abaixo. Seu depoimento ajudará a dar visibilidade à questão. Os relatos serão publicados no site, mas seus dados de contato serão omitidos.

Os casos recebidos serão encaminhados para acompanhamento pelas ONGs locais associadas à FEMAMA. Até que o PLC dos 30 dias vire lei não conseguiremos cobrar do governo que os diagnósticos sejam realizados com agilidade. É por isso que a aprovação desse PLC é tão importante.




simnão

 

 

 

Margateth

Em 30/11/2019 escreveu:
Instituição: IBCC
Estado: São Paulo
Cidade: São Paulo
Categoria: paciente
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Aguardo marcação de punção pelo SUS há 35 dias. Ninguém sabe informar o que aconteceu, nem os postos de saúde, nem o IBCC, nem a assistente social. Ees me dizem pra esperar….. E que não conseguem acessar meu cadastro nem pelo Cross. Lamentável

 

Anônimo

Em 15/10/2019 escreveu:
Estado: Santa Catarina
Cidade: Brusque
Categoria: paciente
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Ainda não sei se é câncer , em 2017 retirei um papiloma na mama direita , na mesma época foi constatado um outro nódulo na mama esquerda fiz biópsia e apareceu fibrodenoma e papiloma junto 😔 o mastologista me disse que fibrodenoma não era nada ,que era pra fazer acompanhamento e referente ao papiloma q apareceu junto ele disse que o pessoal que fez o diagnóstico tava errado , então deixei assim , mas o nódulo cresceu hoje está com 2,5cm eu fui atraz de novo e agora é birads 4 vou ter que retirar estou na fila de espera do SUS , gostaria de saber se papiloma vira câncer.

 

Nardel Ribeiro

Em 29/05/2019 escreveu:
Estado: Minas Gerais
Cidade: Belo Horizonte
Categoria: paciente
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Fiz mamografia pelo sus. Devido ter histórico familiar. No caso minha mãe. Meu peito saiu um líquido fui ao médico e me passou o pedido da mamografia. Assim eu fiz! Realizei o exame. Quando fui buscar o resultado na data marcada. Me disseram que o SUS ainda não havia liberado. Que eu ligasse todos os dias para confirmar. Já estou ligando a uma semana e não saiu o resultado. Oque eu posso fazer? Estou anciosa! Obrigada, Nardel

 

Marli Alves dos Santos

Em 03/05/2019 escreveu:
Instituição: UBS VILA DAS MERCES
Estado: São Paulo
Cidade: São Paulo
Categoria: paciente
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Descobri alteração em um linfonodo cervical em 10/2017, prevendo a demora no SUS adiantei alguns exames na rede particular que não apontou nada na tireoide e nem doenças infectocontagiosos, nem vírus nos exames de sangue. Me orientou acompanhar na UBS se houvesse aumento e assim fiz . Passei na UBS em 15/05/2018 e desde então estou esperando.
Em 15/05/2018 – Foi inserido pela UBS meu nome na fila da regulação de espera para passar por uma especialidade de hematologista. Entre espera e erros de inserção entre UBS e área de regulação, consegui passar na hemato só em 10/2018 seis meses após.
Em 11/10/2018 a hematologista solicitou exames e voltei para fila para fazer PAAF, que só foi liberado para 18/01/2019 e foi constatado alteração como suspeito para célula neoplasia, a medica solicitou então encaminhamento para especialidade de cabeça e pescoço, para tirar os linfonodos e fazer biópsia e desde então estou esperando. Nesse período passei pelo PS devido estar passando mal e o exame mostrou que minhas plaquetas estavam muito baixas 116.000Ml, entrei em contato com a secretaria de saúde de SP que me disse que não poderia fazer nada, reclamei no SUS que mandou de novo para a secretaria regional de SP e deu no mesmo. Continuo esperando e já apareceu novo linfonodo somando agora 3 e em crescimento.
Está previsto passar em consulta na especialidade dia 13/05/2019, um ano após entrada na UBS com os principais exames já prontos. A minha percepção é que o problema maior está na péssima gestão e não por falta de vaga. Não existe a menor preocupação em eliminar problemas simples, parece que gostam de trabalhar assim e causando sofrimento nas pessoas que passam por um diagnostico. A secretaria de saude de SP chegou ao ponto de me dizer, que se eu passasse mal, dava um jeito de me internar até sair vaga para fazer uma biopsia e ver o que está me atacando.
Ajudo no que vocês precisarem, estou indo na próxima semana participar de uma reunião com conselho Gestor do meu bairro e pretendo chegar até o secretario de saúde Edson Aparecido se for necessário.

 

Glaucy

Em 28/03/2019 escreveu:
Estado: Rio de Janeiro
Cidade: Nova Friburgo
Categoria: familiar/cuidador
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Perdi minha avó (mãe da mamãe) no domingo de Páscoa de 2018 com câncer. Dia 15 de janeiro deste ano, minha tia (irmã da minha mãe) iniciou o tratamento no mesmo inca que a vovó se tratou. Minha mãe está com nódulos no pescoço e precisa de uma avaliação com cabeça e pescoço, e como aqui em Nova Friburgo não temos um especialista nessa área, foi encaminhada para um tratamento fora de domicílio, que seria na capital, no Rio de Janeiro. Ela está na fila do sisreg desde junho de 2018 e ainda não conseguiu ser chamada para a avaliação.
Temos vários casos de câncer na família atualmente (fora os que acabaram falecendo por causa da doença), mesmo assim, estamos tendo de esperar todo este tempo (e nem sabemos quanto tempo mais) para ela ser chamada para uma avaliação.
Devido a perda da minha avó, a minha tia sendo diagnosticada e estar tratando no Inca 1 e ver a minha mãe com nódulos no pescoço, perdendo a voz, sentindo dor, com o pescoço inchado, dor que se espalha até no ouvido etc, acabei caindo em depressão, tag e pânico. Tem sido bem difícil o meu tratamento tendo de lidar com toda essa situação e vendo a minha mãe dessa forma. O medo me assombra. A preocupação me consome. Ela precisa de uma avaliação, já tentamos de todos os meios, e nada ainda.
Vocês conseguiriam me ajudar? Além delas assim, tenho um avô (pai da mamãe) de 84 anos com diabetes tipo 2, que ouve e enxerga muito pouco, ele é bem dependente da gente e, ao nos ver desta forma, se culpa e acha ser um fardo para a gente -o que na verdade não é. Somos nós três que cuidamos dele e estamos passando por toda essa situação.
Minha avó recebeu um ótimo tratamento no Inca 1 e no 4 (aonde ela veio falecer). Minha tia tem sido muito bem tratada no Inca 1. Sempre digo que os enfermeiros, médicos, voluntários, porteiros, recepcionistas, faxineiras etc, são sensacionais. Nós amamos essa equipe. Nós amamos essas pessoas. A única coisa que eu me lamento, é não conseguir a avaliação pra mamãe. Já temos diversos exames em mãos e ela só precisa da consulta com o cabeça e pescoço e já está na fila há quase um ano. 😔

 

Alessandra

Em 21/03/2019 escreveu:
Instituição: Pronto socorro de Vargem Grande Paulista e Cotia
Estado: São Paulo
Cidade: Vargem Grande Paulista
Categoria: familiar/cuidador
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Tenho um primo que começou a apresentar dores na “coluna” ha pelo menos 3 meses atrás, o mesmo procurou o atendimento do SUS em Vargem Grande Paulista por varias vezes, e em nenhum dos atendimentos sequer solicitaram exames para analisar o q causava tantA dor, apenas medicavam com remedios antiinflamatoris e analgésicos. Depois de pelo menos 1 mês, o mesmo foi ao hospital de Cotia por algumas vezes, e quando já completava quase 2 meses solicitaram uma Tomografia realizada no próprio hospital e detectaram tumor no pulmão e nos ossos, pediram que passasse em um especialista para que desse um diagnóstico. O mesmo agendou com ortopedista , porém, até que chegasse a consulta passou novamente em no pronto Socorro de Vargem Grande Que informou que era câncer no pulmão e deram uma guia para ele passar com o pneumologista nas clínicas, cuja consulta está agendada para o próximo dia 27/03/2019. Porém da data do diagnóstico até a consulta já está completando um mês. Nesse meio tempo tentamos adiantar a consulta, fomos no Icesp e no Hospital das Clínicas para tentar atendimento no pronto Socorro e não pode ser atendido pq segundo eles, sem iniciar o tratamento com oncologista, somente podem dar analgesia e ele tem que aguardar em casa. Desde então o quadro de sai de só piora, ele está completamente inchado, dores constantes que nao sao cedadas nem com a morfina. É triste ver alguém morrendo aos poucos porque o atendimento público não tem preparo para atender paciente com câncer, muitas vezes com puro descaso. Hoje estamos levando novamente ao hospital de Cotia para tentar novamente interna-lo e iniciar o tratamento adequado e já quase desespera nçosos.

 

Anaide Aparecida da Silva Lopes

Em 21/03/2019 escreveu:
Instituição: sus
Estado: São Paulo
Cidade: PRAIA GRANDE
Categoria: paciente
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Foi feita ultrasson 21/02/ 2019 medica constatou presença de nodulos e estou no aguardo para uma biopisia

 

Alessandra

Em 28/02/2019 escreveu:
Estado: Distrito Federal
Cidade: Taguatinga
Categoria: paciente
Status atual do paciente: em tratamento
Relato: Percebi um nódulo no meu seio direito em junho de 2017, como no posto de saúde não tinha médico,pois a médica cubana foi mandada embora, tive que pagar por todas as consultas: ginecologista, mastologista e oncologista e pelos exames que me solicitaram. Enfim quando já estava com o diagnóstico de câncer procurei atendimento nos hospitais públicos para iniciar o tratamento, me informaram que haviam umas 1500 pessoas na fila de espera, foram me ligar seis meses depois. Felizmente já estava realizando o tratamento em MG, patrocinio 500 km da minha casa. Em março terei que retornar para realizar os exames de acompanhamento, os médicos do trabalho aqui do DF me falaram que não aceitarão mais atestado com o mesmo Cid,questionei que o tratamento ainda continuará por 10 anos, enfim de que adianta leis se nada no Brasil é obedecido? Cansada

 

LUZENI SILVA Lima

Em 11/02/2019 escreveu:
Instituição: SUS
Estado: Distrito Federal
Cidade: BRASILIA
Categoria: profissional de saúde
Status atual do paciente: outro
Relato: Conheci dois quatro casos de pacientes que procuram o SUS e não foram atendidos no tempo,duas o diagnóstico demorou,a outra iniciou o processo mais não deu tempo faleceu, e o outro morreu também, diagnosticado tarde.
Pedimos urgência na aprovação do projeto ,não dar para ficar esperando a morte chegar, que nossos Governantes olhem com atenção sobre está questão.
Obrigada.

 

Carolline

Em 11/02/2019 escreveu:
Estado: Rio Grande do Sul
Cidade: Estância Velha
Categoria: paciente
Status atual do paciente: outro
Relato: Em 2016 em um exame periódico minha ginecologista encontrou alguns supostos nódulos na região do abdômen. Como não era da área dela, ela pediu uma ecografia, e me encaminhou para um Clínico Geral. Feito o exame, foram detectados vários nódulos em todo o perímetro do abdômen. O Clínico pediu vários exames de sangue, mas por fim me encaminhou para um cirurgião, que pediu ainda mais exames de sangue, mas não obtive diagnóstico algum, o médico afirmou que poderia ser uma virose, solicitou que eu aguardasse um período médio de 06 meses, e repetir os exames. Não satisfeita decidi procurar mais sobre isso na internet, e marquei um médico particular na área de hematologia. O Dr. ficou perplexo com a minha história, e fez um laudo me encaminhando de volta para o SUS pedindo urgência, pois suspeitava de Linfoma. Encaminhei via posto de saúde o pedido do médico, junto dos exames que eu já havia feito (tudo de forma particular, pois o SUS havia pedido no mínimo 06 meses, já que meu caso não era considerado grave), depois de muito brigar com a Secretária da Saúde da minha cidade, e inclusive conceder uma entrevista para o Jornal da Cidade, para tentar pressionar e agilizar o processo, marcaram para Dezembro uma consulta com um Hematologista pelo SUS. Não cumpriram os 60 dias por Lei para a marcação da consulta, demorou mais tempo, pois alegaram não terem médicos pra atender a demanda, fui encaminhada para outra cidade, pois na minha cidade não há atendimento para pacientes com Câncer. Antes mesmo de marcarem a consulta me solicitaram biópsias, na tentativa de se obter um diagnóstico, na primeira biópsia não houve um resultado conclusivo, então solicitaram que fosse refeita em outra parte do corpo, na segunda obtive o diagnóstico de Linfoma de não Hodgkin. Quando consultei a Hematologista em Dezembro do mesmo ano, ela solicitou um PET CT, o qual tive reação alérgica, ficando internada por 20 dias no Hospital. Enquanto eu estava internada, marcaram a minha primeira quimioterapia, que foi no dia 28/12/2016, onde tive parada cardiorrespiratória, pois tive reação alérgica ao mediamento da quimioterapia. Tive reação nas próximas 03 quimioterapias, e passei a ingerir uma alta dose de anti alérgicos, pré quimioterapias, fiz as 08 sessões, com recomendação da quimioterapia de manutenção, a qual desisti, pois o SUS não liberou o medicamento. Tentei via Ministério Público, o qual solicitou muitos documentos que demorei para conseguir, até eu entrar com o pedido da medicação a Dra. considerou não ser mais interessante fazer esta quimioterapia de manutenção, porque já havia passado quase meio ano da última quimioterapia. Em Março de 2018 fiz um PET CT, o qual demonstrou que as quimioterapias foram eficazes, eu estava curada. Após 06 meses o médico me pediu exames de revisão, ecografias e exames de sangue, os quais aguardei por mais de 10 meses, realizei os exames em Janeiro de 2019, e hoje estou na luta pela marcação de uma consulta com o Hematologista, que a princípio foi agendada para Março, de novo, não cumpriram o prazo de 60 dias. Espero que tudo esteja bem nos meus exames, pois foi apontado um nódulo no pescoço e problema em um Rim. Tenho 36 anos, estou extremamente abalada, não só pela minha auto estima, mas porque me sinto muito cansada, passar por tudo isso foi bem humilhante, e eu não tive muito apoio das pessoas, exceto meu Pai, minha filha é pequena ainda não entendeu muito bem pelo que eu passei, e meu esposo resolveu focar no trabalho, foi a forma que ele encontrou de lidar com tudo isso, me doeu muito, pois me senti sendo colocada em segundo plano. Hoje tenho que lidar com ataques de ansiedade, que a hematologista não deu ouvidos, disse ser “normal” e que eu deveria controlar meus pensamentos e emoções. Enfim, fico feliz por estar viva e poder estar junto da minha filha.

 

Cleuton Ponte

Em 08/02/2019 escreveu:
Instituição: Hospital de Messejana- Fortaleza- Ceará
Estado: Ceará
Cidade: Sobral
Categoria: familiar/cuidador
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Minha tia foi diagnosticada com câncer de mama em dezembro de 2018. O mastologista estava encaminhando a amputação da mama, quando o raio-x identificou algo estranho no pulmão, entao foi solicitada uma tomografia, no laudo falava em metástase, então a cirurgia da mama foi cancelada e corremos em busca de saber o que ela teria realmente no pulmão. Aqui na minha cidade, Sobral- Ceará, o médico encaminhou uma broncoscopia e o laudo deu inconsistente. Rapidamente fomos a Fortaleza, no hospital de Messejana, que é especialista em pulmão, pelo SUS, o médico encaminhou a retirada de um ganglio ou linfonodo do pescoço, minha tia ficou de quinta feira até terça feira esperando cirurgia e no pós operatório, quando o resultado do exame saiu, para nossa surpresa, foi retirado um pedaço de gordura do pescoço dela, então voltamos novamente a estaca zero, agora em 5 de fevereiro de 2019. Ao consultamos num oncologista e ele solicitou uma tomografia total do abdomen, ela fez particular aqui em Sobral, na Clinica de nome Medscan. O processo foi traumático, ela ficou em jejum até meio dia e meia. Bebeu água de 8 da manhã até esse horário, de tanto tomar água, chegou a passar mal e vomitar. No laboratório, os funcionários ligaram para o médico que cancelou o exame e marcou para outro dia. Desistimos do exame nesse laboratório por medo de tudo isso se repetir novamente e ele não devolveu nosso dinheiro. Remarcamos em Fortaleza, mas depois de tudo preparado, depois de tomar todos os medicamentos, tivemos que desistir da tomografia porque fomos chamados para a biópsia do pulmão, que é uma cirurgia mais delicada e exige anestesia local e por ser pelo SUS não poderíamos perder a oportunidade. Chegando no Hospital de Messejana, dia 06/02/2019, ela foi logo internada. Na manhã de 07/02, ela foi colocada em jejum e passou o dia esperando, recebendo as 15:30 h a notícia de que sua cirurgia não ocorreria. Hoje, dia 08/02, mais uma vez ela passou a manhã em jejum a espera da cirurgia, mas foi comunicada as 11:30 da manhã de que não ocorreria. Mais uma vez, a cirurgia foi marcada para amanhã, dia 09/02, mas o médico já cogita a possibilidade de esperar internada segurando a vaga até dia 14/02. Nisso, eu fico me perguntando, sem parecer ser mau agradecido, se o hospital não tem uma lista de pacientes e se ele a segue. Entramos em contato com o médico encarregado e ele pede para ter paciencia e esperar. Fico me perguntando até quando esperar? Será essa espera positiva e sadia? Será esse processo dessa forma algo normal? Gostaria muito de uma ajuda, porque já temos mais de dois meses após um diagnóstico e não temos nada de tratamento encaminhado.

 

Cristiane

Em 06/02/2019 escreveu:
Instituição: Prefeitura de Mangaratiba rj
Estado: Rio de Janeiro
Cidade: Mangaratiba
Categoria: paciente
Status atual do paciente: aguardando início do tratamento após diagnóstico
Relato: Câncer de mama
6 meses esperando biópsia
Agora aguardando consulta c oncologista.
Para começar quimioterapia.

 

Milena Freire

Em 05/02/2019 escreveu:
Estado: São Paulo
Cidade: Santo André
Categoria: familiar/cuidador
Status atual do paciente: outro
Relato:

Estou com uma amiga minha, inclusive estive em visita hj em sua residência, foi diagnosticada Em janeiro, com CA nos ossos(ombro direito) e no sangue, segundo exames, foi emitido uma guia para biópsia, que tem que aguardar para fazer (+/- 2 meses para a biópsia ser feita) para mediante a biópsia mais os exames que já está contratando o CA , família desperada quer pagar a biópsia para ver se agiliza , mas a resposta que teve foi: aviso que talvez consiga um tratamento adequado para o caso dela só daqui a 6 meses, e um dos médicos disse que talvez ela não aguente esperar, o que fazer onde correr com o proceder pq ela ao aguenta mais de dor , como ajudar
Resumindo mais.um pouco paciente em casa , aguardando biopsia e ainda teve a notícia que irá entrar numa fila de espera em torno de 6 meses, e que talvez a paciente não aguente a espera ), muito triste a espeta do Sus e familia desepera pq a paciente so chora de dor dia e e noite !

 

Flaviana Cordeiro Wanderley

Em 05/02/2019 escreveu:
Instituição: CRAS
Estado: Alagoas
Cidade: Santana do Ipanema
Categoria: familiar/cuidador
Status atual do paciente: em tratamento
Relato: Rosângela Maria Cordeiro, tem 53 anos, mãe solteira, portadora de esquizofrenia, tem diabetes tipo 2, foi diagnosticada com câncer de mama após 4 meses de luta. Fez exames, quimeotereapia, a retirada da mama, radioterapia e continua sendo acompanhada.
Percebi minha tia perder peso muito rapido, desconfiei da diabetes, medi a glicemia e descobri que estava recompensada, logo a levei na emergência. Em conversa ela relatou sobre um caroço no peito, me mostrou, me assustei com o tamanho, sem dor, e gânglios alterados na axila. Nao tive dúvida do que seria. No dia seguinte a levei em Arapiraca no Chama, foi assim que tudo começou. Minha estava com a diabetes alta, as medicações para o controle da esquizofrenia não funcionava, estava em crise, olhava para ela é sofria, pois eu sabia o tamanho da gravidade daquelas doenças. Ela venceu as etapas pesadas do tratamento do câncer, mas hoje, percebo una depressão, pela lerda da mama. Rosângela está com baixa auto estima.
Ainda, tem muita falha nesse tipo de tratamento, o psicológico está afetado desde o início.
Eu sugiro terapia antes do diagnóstico e durante o tratamento.

 

Anônimo

Em 05/02/2019 escreveu:
Estado: São Paulo
Cidade: Interior
Categoria: paciente
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Resultado de exame de prevenção mamografia realizado em novembro de 2018 não está pronto ainda bem como resultados de citologia oncotica o Papanicolau também podem levar mais de 3 meses para obter o resultado pelo sus.

 

Denize budoia

Em 05/02/2019 escreveu:
Estado: São Paulo
Cidade: Santa Bárbara doeste
Categoria: familiar/cuidador
Status atual do paciente: outro
Relato: Primeiros sintomas em 2016 procurou ubs fez exames de sangue simples, normal, não pediu outros exames. Piora ubs, outra vez faz exames particulares para não esperar meses. Usg e raiox normais. 2017 piora ubs nada identifica. Paga médico particular e faz endoscopia e tc com contraste pagos resultado neoplasia avançada com metástases. Encaminhada para ubs que encaminha para centro de especialidade e aguarda vaga na Unicamp apenas 4 meses depois. Mais exames e aguarda outro exame mais especifico com biópsia que nunca teve vaga. Paga exame 4000 reais (vaquinha de familiares)… para poder começar tratamento! Finalmente primeira consulta na oncologia em março de 2018 e em 7 de abril de 18 data do óbito.

 

Valéria

Em 05/02/2019 escreveu:
Estado: São Paulo
Cidade: São Jose do Rio Preto
Categoria: familiar/cuidador
Status atual do paciente: outro
Relato: Em julho de 2017 meu filho de 13 anos foi internado na Santa Casa com suspeita de dengue, mas o resultado que demorou alguns dias deu negativo. Ele ficou internado por 17 dias e segundo os médicos nada foi encontrado, não foi dado nenhum diagnóstico. Chegaram a questionar se haviam casos de familiares com câncer ou leucemia questionamos eles a respeito de fazerem um exame para descartar a possibilidade de algumas dessas doenças e disseram que não seria necessário. Ele teve alta após 17 dias internado de acordo com o médico, seria melhor para que ele não pegasse alguma infecção hospitalar. Ele fez acompanhamento com hematologista, fazendo exames de hemograma. Esse acompanhamento se deu por 4 meses. Na ultima consulta com o hematologista, ele agendou para que retornássemos em 6 meses. Durante esse período de julho a dezembro, ele teve uma perda significativa de peso. Em dezembro meu filho teve febre não muito alta, os olhos incharam, levamos ele ao médico pediatra e ele disse que era coisa de adolescente, que precisava tomar sol, deu várias vitaminas (amostra gratis) e falou que ele estava ótimo. Aconselhou levá-lo ao oftalmo. Assim o fizemos (pagamos uma consulta particular no dia seguinte) e a médica disse que era conjuntivite alérgica, passou uns colirios e tal. No dia seguinte a febre persistente, levamos ele no pronto socorro (particular) a médica o examinou e disse que era uma sinusite. Eu questionei e disse que ele nunca teve sinusite e ela disse: Mas agora ele tem. Prescreveu um remedinho para fazer inalação. Enfim, no dia seguinte, meu filho foi internado com suspeita de leucemia por conta de um resultado de hemograma que foi feito o próprio laboratório ligou e mandou correr para o hospital. Foi internado direto na uti e depois de 7 dias meu filho faleceu. Foi diagnosticado com LLA.
Resolvi relatar a nossa história porque acreditamos que se ele tivesse tido um diagnóstico precoce, ele poderia ter tido uma oportunidade de tratamento e quem sabe oportunidade de estar vivo.
Vários sintomas que ele apresentou eram características da leucemia (só hj sabemos disso, porque passamos a conhecer mais sobre a doença), por isso, poderia ter sido pedido um exame mais específico como o da medula que poderiam já mostrar que as células imaturas faziam-se presentes.
A demora e/ou a não preocupação em investigar o caso de um paciente que apresenta tantos sintomas deixa de salvar vidas.

 

Zulmira

Em 04/02/2019 escreveu:
Instituição: Naspec
Estado: Bahia
Cidade: Salvador
Categoria: profissional de saúde
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Um diagnóstico hábil há maior possibilidade de cura, diminuindo assim o tempo de tratamento e declínio na sua funcionalidade.

 

Marisa Ferreira dos Santos

Em 04/02/2019 escreveu:
Estado: Santa Catarina
Cidade: Florianópolis
Categoria: paciente
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Descobri o câncer de mama no início do ano de 2002, no mês de março operei, como era maligno em junho fiz uma segunda cirurgia para ampliar as bordas. Fiz quadranctomia, radioterapia, mas como foi detectado e operado rápido, não precisei de quimioterapia. A cirurgia foi feita no Hospital universitário de Florianópolis. Um atendimento excelente na época. Graças a rapidez, estou viva e curada. Infelizmente hoje já não é mais assim tão rápido.

 

Edi Liane Vailati

Em 04/02/2019 escreveu:
Instituição: Sus
Estado: Santa Catarina
Cidade: Brusque
Categoria: paciente
Status atual do paciente: em tratamento
Relato: Estou há quase 2 anos em tratamento de câncer de ovário, C 56.Nesses dois anos passei por grandes dificuldades em conseguir alguns exames e cirurgias.2 cirurgias e alguns exames precisei buscar auxilio financeiro particular, outros precisei entrar com processo judicial pra conseguir e mesmo com o processo em andamento ainda estou aguardando autorização de exames.Isso dificulta muito nosso tratamento que já é tão doloroso e nos dá menos chance de cura e esperança de vida.Vemos muitas pacientes perdendo a luta contra o CÂNCER por falta de recursos públicos para o tratamento.Isso é inadmissível em um país que se paga tantos impostos o povo estar morrendo porque o governo não disponibiliza recursos para a saúde.Isso precisa acabar. Os parlamentares precisam deixar de pensar só em benefícios próprios, em altos salários e se conscientizar que o povo precisa viver, que é preciso investir mais na saúde e na qualidade de vida das pessoas.

 

Anonimo

Em 03/02/2019 escreveu:
Instituição: Sus
Estado: São Paulo
Cidade: Itu
Categoria: paciente
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Meu caso deu alteração no papanicolau ,deu NiCII ,no dia 4 dezembro fiz minha biópsia e médica deu o prazo de 60 dias para o resultado ,começo de janeiro me ligaram agendado para dia 7 de fevereiro ,o exame chegou porém a médica está de férias ,acho que um exame é uma estado tão delicado como esse deveria ser tratado com mais cautela e mais rapidez ,estou a quase 60 dias aguardando ,o que talvez já poderia até estar me tratando

 

Sâmia

Em 03/02/2019 escreveu:
Instituição: Instituto do Câncer do Ceará
Estado: Ceará
Cidade: Fortaleza
Categoria: paciente
Status atual do paciente: em tratamento
Relato: Meu caso é câncer de mama metastático, em 2012 (aos 28 anos de idade) recebi o primeiro diagnóstico, foram alguns meses entre consultas e exames até a confirmação. Agora, em agosto do ano passado (2018), descobri um nódulo hepático num exame de rotina, mesmo sendo paciente do ICC, em hormonioterapia, fiquei até janeiro de 2019 caminhando entre consultas e exames para o diagnóstico da metástase. E o tratamento ainda não começou completo. Minha oncologista me receitou Herceptim+ docetaxel, mas já fiz duas aplicações da quimioterapia e o hospital só diz que o Herceptim foi feito o pedido, mas ainda não chegou.

 

Rafaela Camargo

Em 03/02/2019 escreveu:
Estado: São Paulo
Cidade: Itatiba
Categoria: paciente
Status atual do paciente: em tratamento
Relato: Descobri ago errado em Setembro/16 quando me ligaram pra dizer que eu precisava refazer meu papanicolau. A confirmação do diagnóstico de Neoplasia Intraepitelial Cervical- NIC 2 (quase3… na segunda biópsia já havia alteração) veio em Novembro. Foram exatos 63 dias. Fiz a cirurgia de retirada do colo no dia 2 de janeiro de 2017, não fiz rádio e nem quimioterapia. Hoje faço acompanhamento a cada 6 meses e tudo dando certo no próximo dia 5 receberei alta e volto a fazer anualmente os exames preventivos. Esse ano faço 38 anos e tenho um filho de 20.

 

Katia Lopes dos Santos

Em 03/02/2019 escreveu:
Instituição: Abami do Litoral
Estado: Rio Grande do Sul
Cidade: Tramandaí
Categoria: paciente
Status atual do paciente: outro
Relato: Meu diagnóstico de câncer de mama foi em 2006, e 2016. Demorou uns 6 meses pra consegui uma consulta com um mastologista no hospital Conceição pelo SUS. Em 2016 já sendo paciente da oncologia o diagnóstico demorou uns 3 meses, fiz quimioterapia e masctectomia e por fim radioterapia.

 

Vanessa

Em 03/02/2019 escreveu:
Estado: Pará
Cidade: Castanhal
Categoria: paciente
Status atual do paciente: em tratamento
Relato: No meu caso, a demora pelo diagnóstico durou por volta de 2 a 3 meses…
O que dificultou mais foi o fato dos exames serem feitos no sul do país e eu morar no norte, eu fazia a coleta e tinha que esperar por volta de 15 dias até ter o resultado de um exame, depois coletava de novo e assim ia…
Tive muita sorte também de cair nas mãos de um médico caridoso, por que ele não tratava o meu tipo de câncer mas fez questão de me transferir para alguém que cuidasse…
Nunca irei esquecer, pois eu já vinha de uma médica em que eu nem podia tirar minhas dúvidas…
Depois que tive meu diagnóstico, conseguir a medicação foi mais fácil, por que eu já tinha plano de saúde há quase 10 anos.
Tive muita sorte de descobrir a tempo e agradeço muito a Deus também.

 

Sônia Aparecida da chagas Martins

Em 02/02/2019 escreveu:
Estado: Mato Grosso
Cidade: Cuiabá
Categoria: paciente
Status atual do paciente: aguardando início do tratamento após diagnóstico
Relato: Comecei a sentir um aperto na garganta e perda de peso,procurei o posto de saúde, o médico indicou ultrassomda tireóide, e outros exames de sangue,mas já me informou que pelo SUS podia demorar até dois anos pra chamar pra fazer a ultrassom,fiz particular onde apareceu vários linfonodos aumentados,me indicou a PAAF,que também não consegui pelo SUS, novamente paguei,o resultado foi inconclusivo, encaminhou pro cirurgião cabeça de pescoço, que pediu mais exames de sangue, tomografia da tireóide e tórax, videolaringospopia,este último pelo SUS, também o tempo de espera é de dois anos, paguei de novo particular por todos esses exames, o médico pediu a biópsia, pelo sus,tempo de espera é de seis meses, novamente fiz particular (6.000,00) precisei fazer empréstimo, resultado inconclusivo, foi necessário a imunohistoquimico, consegui marcar pelo SUS, porém só pro mês seguinte,paguei de novo,o diagnóstico é de linfoma de Hodgkin clássico esclerose nodular,e agora depois de tudo isso, tudo que gastei, quatro meses de sofrimento,sentindo vários sintomas,com alterações até no pulmão já,ainda não consegui consultar com o médico que vai poder iniciar o tratamento, a consulta com ele (hematologista) será em 19/02 e depois da consulta ainda tem q esperar o SUS liberar a medicação pra quimioterapia, não sei por tempo mais, até lá não sei se ainda estarei viva,pra começar o tratamento.

 

ANDRESSA TALITA KUZMA CAMILO

Em 02/02/2019 escreveu:
Instituição: Centro de saúde Rondinha
Estado: Paraná
Cidade: PAULA FREITAS
Categoria: profissional de saúde
Status atual do paciente: em tratamento
Relato: Paciente J,A,F, aparentemente diagnosticado com um furúnculo na nádega esquerda, dr da Ubs abriu, limpou, aquilo não melhorou, foi piorando, tratou e nada da melhorar, então, com meses após vendo que não tinha solução encaminhou para onco urgente q demora e encaminhou para o hospital q retirou toda aquela pele morta, ficou um buraco de aprox 2ocm, realizado curativos diários e encaminhado pra fazer tomo, ressonância, ex laboratóriais, femorado pra sair o resiltado, colono, a biópsia demorou qse 2 meses pra vir, deu resultado amostra insuficiênte, fazer uma Retossigmoidoscopia, deu um resultado de NEOPLASIA OBSTRUTIVA DE RETO PROXIMAL, deu início nas químicos, passa bem, estourou mais uma ferida ao lado, para sair a infecção, sinal q está surtindo efeito, hohe esta usando a bolsa de colonoscopia e recebendo curativos diarios pela equipe de saude, mas vemos a demora no primeiro encaminhamento, a demora dos resultados dos exames, são coisas que precisamos de todo o sistema mudar.

 

Maria Nilce Rocha do Nascimento

Em 02/02/2019 escreveu:
Instituição: Associação Rosaviva
Estado: Ceará
Cidade: Fortaleza
Categoria: paciente
Status atual do paciente: outro
Relato: Sou mastectomizada há 16anos, sou integrante da Associação Rosaviva que é filiada a Rede Mama e a Femama. Juntos somos mais fortes na luta para um tratamento rápido e eficaz para todas as mulheres com câncer de mama.

 

Andréa Cristina Nagliati

Em 01/02/2019 escreveu:
Instituição: SUS Praia Grande
Estado: São Paulo
Cidade: Praia Grande
Categoria: paciente
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato:
Em outubro de 2018 fiz ultrassonografia e deu Birards 4.
Em dezembro de 2018 fui encaminhada para mastologista em Praia Grande, a qual me direcionou para Hospital Guilherme Álvaro em Santos.
Desde então aguardo até o momento ser chamada para biópsia.

 

Sandra Muñoz

Em 01/02/2019 escreveu:
Instituição: Instituto Vencendo o Câncer
Estado: Bahia
Cidade: Salvador
Categoria: paciente
Status atual do paciente: em tratamento
Relato: Eu descobri meu câncer de mamã em julho de 2017.. tô nos bafos e tranquila.. o pior já passou.
Então gente legal essas coisas de falar como a gente se acaba até pergar os exames.. Mais queria colocar aqui que uma coisa é a região de cada uma de nós mulheres.. Sou ativista Feminista e LGBT.. pelo mundo a fora.. e contar essa experiência é dolorasa para nós mulheres.. e pensar também que o diagnóstico não vem com tanta facilidade como foi para mim quanto para uma mulher que faz a momografia no Outubro Rosa e o povo com lacinho no peito.. Precisamos de fazer campanha que tenha a cara dessas mulheres.. para algumas o medo e a dificuldade da chegada desse resultado pode levar meses e ela ficar lá achando que não é nada aquele caroço.. ou aquele sangramento no útero ou onde quer que seja o Câncer dela? Precisamos de uma rede que acolha essas mulheres.. porque muitas quando pega o resultado e quando vai pegar no posto de saúde de seu bairro já as vezes pela demora se alastrou em seu corpo todo? E acho massa cobrar desses governo para a gente pacientes que estamos nessa luta.. mais vamos fazer uma campanha que de fato nos mobilize .. não só eu outubro rosa ou azul? Eu me comprometo mobilizar as mulheres com vcs se quiserem só me chamar.. E vamos botar para ROMBAR! Estamos cansadas dessas campanha de outubro rosa .. ta na hora de radicalizar! Boraaaaaa. Conte comigo!

 

Dorys laizola Frainer Correa

Em 01/02/2019 escreveu:
Instituição: ABAMI do Litoral
Estado: Rio Grande do Sul
Cidade: Imbé
Categoria: paciente
Status atual do paciente: outro
Relato: Meu diagnóstico de câncer de mama foi em 2006, no posto de saúde a que pertencia, antes disso passei por vários médicos particularesque diziam ser mastite, inclusive tratamento com antibiótico eu fiz,sem de melhora, óbvio diagnóstico errado,a partir do diagnóstico feito pelo posto de saúde fui encaminhada imediatamente para uma mastologista no hospital Conceição onde iniciei com as quimioterapias pelo fato de ser um tipo agressivo e bastante rápido,depois mastectomia total e por fim as radioterapias

 

Anonimo

Em 01/02/2019 escreveu:
Estado: Rio de Janeiro
Cidade: Petrópolis
Categoria: familiar/cuidador
Status atual do paciente: outro
Relato: Estou relatando em nome da minha mãe que infelizmente perdeu sua vida para o câncer. Ela foi diagnosticada com câncer de mama em agosto de 2018. Foi muito sofrimento para a família. Minha mãe fez vários exames, mas a demora e a burocracia foi a barreira para ela começa a quimioterapia. Achei um obsurdo ter que paga uma taxa de 30 reais para a secretaria de saúde para dar andamento aos papéis para quimioterapia e como não bastasse teria que fazer uma ressonância magnética que demorou 1 mês para ser marcado o exame. Justamente no dia em que minha mãe iria fazer a ressonância, a máquina quebrou adiando o exame para o ano seguinte. Minha mãe foi se enfraquecendo e adquiriu uma anemia pela dificuldade de comer e faleceu de câncer de mama com metástase este ano em 3 de janeiro de 2018.
E no mesmo ano minha mãe perdeu sua irmã para o câncer de mama pela demora para realização do exame de ressonância magnética.
Houve uma diferença de 6 meses da morte de ambas.
Acho muito descaso, conscientizar as mulheres para o diagnóstico de câncer de mama, mas existe uma lentidão quanto ao tratamento. Perdi duas pessoas em curto tempo para o câncer.

 

Maria clara de medeiros

Em 31/01/2019 escreveu:
Instituição: LMCC
Estado: Rio Grande do Norte
Cidade: Mossoró
Categoria: paciente
Status atual do paciente: em tratamento
Relato: Cacinoma de mama esquerda invasivo
Eu descobri em um banho de rotina a onde ao palpar meus seios do nada senti um nodulo na mama esquerda tentej ficar calma e achej que fosse coisa de minha cabeça, passei a observar uma semana vi que nao era marquei uma utrason de imediato a medica se assustou com tamanho do nodulo e disse procure mais rapido poasivel seu médico, na mesma semana consegui consulta com meu medico e realmente tava bem grande pediu pra realizar novos exames com ele acompanhndo realmente so se confirmava partimos logo pra o core especie de biopsia, eu consegui tdo muito rapido alguns exames particular e outros pelo sus fiz duas cirurgiaa tdas muito rapida pelo sus deacobri em julho e outibro comei tratamneto que vai durar 6 meses.

 

Lenice Carvalho da Fonseca Rebouças

Em 31/01/2019 escreveu:
Instituição: AAPCMR
Estado: Rio Grande do Norte
Cidade: Mossoró
Categoria: paciente
Status atual do paciente: em tratamento
Relato: Foi um caso de câncer de mama, na mama direita.
No final de 2017 fui ao ginecologista fazer o preventivo, como todos os anos a gente faz. Lá ele pediu a mamografia e a ultra-mamária e na mamografia veio mostrando que tinha um nódulo. Quando eu retornei ao médico no dia 5 de dezembro, ele ficou abismado com o tamanho do nódulo, que deu Birads 4. Ele ficou horrorizado e me encaminhou para o mastologista. Fui a procura do médico, atrás de uma vaga e não consegui, de jeito nenhum. Passou mais ou menos uns 15 dias para conseguir uma vaga com o mastologista, particular. Mostrei todos os exames que eu tinha em mãos e ele foi logo me encaminhando para uma cirurgia com urgência e encaminhou para um hospital do SUS. Mas antes disso eu tinha que fazer uma punção. Eu fiz particular. Demorou, mais ou menos uns dez dias. Fui à procura de mostrar pelo SUS e tinha que retornar para essa consulta pelo SUS. Fui à consulta, consegui passar pelo mastologista e ele mais uma vez disse que era caso de urgência e me explicou tudo como seria a cirurgia e me encaminhou para fazer outros exames antes dessa cirurgia. Marcou uma data, mas quando chegou essa data não deu certo e foi remarcada para 28 de março de 2018.
No dia 28 de março consegui fazer a cirurgia. Depois da cirurgia tive o retorno com 30 dias para o mastologista, foi quando ele examinou e disse que ia dar continuidade ao tratamento e já encaminhou para o oncologista, onde o oncologista passou uma série de exames, o primeiro deles foi a biópsia imuno-histoquímica, feita a partir do material da cirurgia. São de dez a quinze dias para liberar o resultado. Foi quando eu iniciei o tratamento com quimioterapia.
Foram oito sessões de quimioterapia e hoje está com quatro meses que eu conclui a quimioterapia e estou tomando medicação oral. Durante cinco anos vou ficar tomando esses comprimidos.
Todos os exames foram realizados pela rede particular. Nada pelo SUS, para ser mais rápido.

 

Anônimo

Em 31/01/2019 escreveu:
Estado: Rio Grande do Norte
Cidade: Natal
Categoria: familiar/cuidador
Status atual do paciente: outro
Relato: Minha filha com 7 anos foi diagnosticada com carciloma papilifero de tireoide.ate chegar nesse diagnóstico levou um tempo começou com um bocio e dificuldade para engolir levei em um gastro q falou q podia ser refluxo,levei para um pediatra que me pediu exames e uma ultra da cervical onde deu bocio multinodular e me encaminhou para uma hendocrinologista q me pediu mais exames de sangue e ultras.eu como mae sempre perguntei dos nódulos e a médica Me falava q não tinha suspeito de doença CA e q nao precisava de puncao se eu quisesse levar a um medico pescoço cabeca podia levar mais nao era nada de mais E nisso acompanhei minha filha alguns meses com ela até decidir levar em outro médico onde ele me pediu a puncao tive problemas com o plano para liberar pois tinha q ser com sedação entao deixei quieto por um tempo mais algo dentro de mim me perturbava e levei novamente em outro médico pescoço cabeca q me pediu puncao novamente com sedação o plano se negava mais liguei na ANS e resolveram fazer a puncao com sedação.e veio o diagnóstico q eu não esperava CA de tireoide metastatico e o médico falou q tinha q fazer a cirurgia eu chorei muito no consultório meu mundo caiu mais precisava ser forte e correr atrás dos dias perdoados no dia 08/07/2017 Minha filha com 7 anos fez a cirurgia e teve uma complicação onde saiu da sala de cirurgia para UTI por complicação na respiração foi intubada e é uma sena q não sai da minha mente.na cirurgia ela teve paralização bilateral das cordas vocais não conseguia respirar precisou fazer traquiostomia no quarto dia em q estava na UTI passamos 8 dias na UTI e 3 dias na enfermaria.a segunda canula ficou grande e ela não conseguia falar com ela recebemos alta e fui para casa com minha filha sem conseguir falar aquilo doia tanto em mim,minha filha é uma criança super ativa e fala muito e por isso me doeu tanto me apaguei a Deus E ele me deu forças para prosseguir.pois precisei brigar com o plano mais uma vez para trocar a canula da minha filha.ela foi encaminhada para o LIGA para fazer a iodo terapia,foi acompanhada por uma fonodiologa e gracas a Deus está dando tudo certo.mais o diagnóstico poderia ter sido antes se os médicos dessem mais atenção ao paciente,pedisse exames complementares para garantir q está tudo bem.minha filha tem paralização bilateral das cordas vocais por um diagnóstico tardio hoje ela tem 9 anos vive bem e faz acompanhamento gracas a Deus.

 

Kátia Oliveira

Em 29/01/2019 escreveu:
Instituição: Orfhir Loyola
Estado: Pará
Cidade: Belém
Categoria: paciente
Status atual do paciente: em tratamento
Relato: Estou fazendo uso do hercepet, mas pra eu conseguir saber o que era o nódulo maligno ou não tive q fazer particular, pois levaria uns 60 dias entre autorização e liberação pra fazer pelo SUS. Infelizmente hj estou sem fazer o hercepet pois está em falta . Infelizmente o tratamento é complicado pois sempre falta medicação seja pra quimioterapia ou pra tratamento de prevenção.

 

Marlene

Em 28/01/2019 escreveu:
Estado: São Paulo
Cidade: Taubaté
Categoria: familiar/cuidador
Status atual do paciente: aguardando início do tratamento após diagnóstico
Relato: Minha mãe está a 90 dias, desde que foi diagnosticada com câncer de mama, aguardando a consulta q já foi agendada totalizando 105 dias até que chegue a data agendada. Tomamos a iniciativa em opera-la no particular, devido a urgência do caso por ser cancer agressivo. Mas estamos no aguardo infinito e angustiante para o começo desse tratamento q inclui quimioteria, radioterapia e outros tantos pelo qual infelizmente ela terá q passar. 105 dias!!!!!!! Descaso demais pra uma doença q nao tira férias!

 

Cátia Rodrigues Teixeira

Em 27/01/2019 escreveu:
Estado: Rio Grande do Sul
Cidade: PortoAlegre
Categoria: familiar/cuidador
Status atual do paciente: aguardando início do tratamento após diagnóstico
Relato: A paciente familiar está baixada há um mês, onde foi diagnosticada com câncer na cabeça do pâncreas, ainda sem metástases, porém esta mesma instituição hospitalar não tem recursos em absoluto para a cirurgia e tratamento, pois encontra-se em precariedade total, tão pouco existe alguma previsão para a viabilidade destes procedimentos, ou uma possível transferência para outro hospital com estes recursos.

 

Arilene Santiago

Em 27/01/2019 escreveu:
Estado: Bahia
Cidade: Barra
Categoria: paciente
Status atual do paciente: outro
Relato: Sou paciente de câncer de mama. Esperei por 6 meses o tratamento. Agora com diagnóstico de outro nódulo na mesma mama não consigo os exames para pesquisa

 

Marinalda Guilherme Duarte

Em 24/01/2019 escreveu:
Instituição: Hgr
Estado: Roraima
Cidade: Boa vista
Categoria: familiar/cuidador
Status atual do paciente: outro
Relato: Ele teve que fazer 4 biópsia ,e nenhuma teve conclusão, tivemos que ir para o into,para ter o diagnóstico de condrossarcoma.

 

Juceney Teresinha Da Caz

Em 22/01/2019 escreveu:
Instituição: MÃOAMIGA Grupo Beltronense de Prevenção ao Câncer
Estado: Paraná
Cidade: Francisco Beltrão
Categoria: representante de ONG
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Muitos casos de pacientes aguardando diagnóstico. E quando recebem já é muito tarde
A doença trabalha rápido. Lei dos 30 dias já.

 

Waldemar Cardoso da Silva

Em 21/01/2019 escreveu:
Estado: Mato Grosso do Sul
Cidade: Dourados
Categoria: paciente
Status atual do paciente: aguardando diagnóstico
Relato: Desde novembro aguardando para fazer uma biópsia. Dor, muita dor. Não se resolve! Está muito difícil.